Empresa registrada no CREA-SP Nº: 2158297 • CNPJ: 73.146.359/0001-45 • (19) 3871-0661
Rede nova, ampliação ou troca de sistema — em imóvel em obra ou já ocupado. Equipe própria do projeto ao laudo, com engenheiro responsável na visita.
GLP e gás natural, do ponto único ao sistema completo. Executamos a instalação, testamos a estanqueidade e entregamos o laudo com ART — a documentação que o Corpo de Bombeiros pede na vistoria.
O gás é para
“Facilidade de negociação, preço justo e com pessoal qualificado.”★ 4,5 · 41 avaliações no Google
Atendemos: Valinhos, Campinas, Vinhedo, Indaiatuba, Hortolândia, Sumaré, Paulínia, Americana, Jundiaí, Piracicaba e Sorocaba.
Preencha em 1 minuto e o engenheiro responsável avalia o que você precisa.
Seus dados são usados só para responder ao orçamento.
Quatro etapas. Você sabe desde o começo quem vai à obra, o que é testado e qual documento fica na sua mão no final.
O engenheiro responsável vê o imóvel, define onde ficam os pontos de consumo, o traçado da rede e o dimensionamento. É aqui que se decide o material e o percurso.
Tubulação embutida, aparente ou em prumada, conforme o projeto. Equipe própria, uniformizada, com registro de cada trecho antes de fechar parede ou piso.
Rede pressurizada e manômetro em leitura por no mínimo 60 minutos. O ensaio registra a condição em que a rede foi encontrada.
Documento assinado pelo engenheiro responsável técnico, com ART recolhida no CREA-SP. É o que o Corpo de Bombeiros, a administradora e a seguradora pedem.
Instalação executada por equipe própria na região de Campinas. A sequência é a mesma em apartamento, obra e comércio — o que muda é o traçado, o dimensionamento e a norma que rege o caso.








A norma, o material e o tipo de teste não são os mesmos em todo lugar. Estes são os quatro casos que mais chegam aqui.
Ponto novo na unidade, prumada coletiva ou rede da área comum. Costuma exigir alinhamento com a administradora e janela de obra definida pelo síndico.
Rede executada antes do acabamento, embutida em piso ou alvenaria. Quanto antes o traçado entra no cronograma, menos quebra depois.
Vários equipamentos ligados na mesma rede, consumo alto e fiscalização mais frequente. Aqui o dimensionamento correto é o que evita queda de pressão no horário de pico.
Rede de maior extensão, pressão mais alta e integração com Central GLP. Projeto, execução e documentação saem da mesma empresa.
Descreva o imóvel e a fase da obra. O engenheiro responsável avalia e retorna com o escopo em até 1 dia útil.
Os dois atendem a norma e os dois são aceitos pelo Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. O multicamada PEX cobre instalações até 5 bar — faixa mais do que suficiente para uso residencial. Acima disso, cobre. Dentro do limite, as duas opções vão no orçamento e a escolha é sua.

Tubo flexível de alta resistência, usado em trecho interno ou externo. As conexões são crimpadas com ferramenta calibrada, sem chama na obra — o que costuma decidir o material em reforma de apartamento ocupado.
NBR 16821 · até 5 bar
Material tradicional em rede de gás, de alta resistência e longa durabilidade. As conexões são soldadas, o que exige trabalho a quente no local e área liberada durante a execução.
Solda nas conexõesNBR 15526 e NBR 15358 não valem ao mesmo tempo para a mesma instalação — cada uma cobre um tipo de imóvel. Saber qual é a sua evita projeto refeito na fiscalização.
| Norma | O que cobre | Quando se aplica |
|---|---|---|
| NBR 15526 | Rede de distribuição interna para gases combustíveis | Instalação residencial |
| NBR 15358 | Rede de distribuição interna para gás combustível, até 400 kPa — projeto e execução | Uso não residencial: comércio, cozinha industrial, indústria |
| NBR 16821 | Sistema de tubulação multicamada para condução de gases combustíveis | Quando o material escolhido é multicamada |
| NBR 13523 | Central GLP | Quando a alimentação vem de Central GLP |
| IT-28 e IT-29 | Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo | Edificação sujeita a vistoria do Corpo de Bombeiros |
Na visita técnica o engenheiro responsável identifica qual norma rege a sua instalação e o projeto já sai enquadrado nela.
Apartamento, obra, comércio ou indústria: quanto antes o traçado entra no cronograma, menos quebra depois.
Nossas instalações seguem a NBR 15526 (redes internas em instalações residenciais), a NBR 15358 (uso não residencial até 400 kPa), a NBR 16821 (tubulação multicamada), a NBR 13523 (Central GLP) e as Instruções Técnicas IT-28 e IT-29 do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo.
Sim. Ao final da instalação executamos o teste de estanqueidade e emitimos o laudo com ART recolhida pelo engenheiro responsável técnico. É essa documentação que comprova que a instalação foi executada conforme as normas — e é o que costuma ser pedido pelo condomínio, pela seguradora ou na vistoria.
O prazo depende do projeto, mas instalações residenciais costumam levar de 1 a 3 dias úteis e projetos industriais, de 5 a 10 dias úteis.
Cinco fatores pesam no orçamento: a quantidade de pontos de consumo e a distância entre eles; o material escolhido, cobre ou multicamada PEX; se há Central GLP a montar e de que porte; se a tubulação será embutida ou aparente, e as condições de acesso; e a fase da obra — executar antes do acabamento costuma sair mais barato do que abrir a parede depois. Descreva o que você tem e o engenheiro responsável faz o dimensionamento.
O cobre é metal e as conexões são soldadas. O multicamada PEX é um tubo de três camadas — polietileno reticulado (PEX) por dentro, alumínio no meio e polietileno por fora — e as conexões são mecânicas, prensadas, sem solda. Os dois são aceitos pelas normas da ABNT e pelo Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo; o multicamada PEX segue a NBR 16821 e atende instalações até 5 bar, faixa mais do que suficiente para uso residencial. Acima disso, cobre. Dentro do limite, apresentamos as duas opções no orçamento e a escolha é sua.
Sim. Atendemos apartamento ocupado ou em reforma. O traçado é definido para reduzir ao máximo a quebra de alvenaria, e a tubulação pode ser embutida dentro do que a norma permite. Quando o condomínio exige, entregamos o laudo com ART para a administração.
Sim, e o caminho muda conforme a situação. Se o imóvel já tem instalação de gás, o Corpo de Bombeiros pede o laudo com ART dessa instalação para liberar o AVCB. Se a instalação não existe ou está irregular, o Corpo de Bombeiros exige que ela seja executada corretamente, com emissão de ART — e é isso que destrava a liberação. Nos dois casos a documentação sai assinada pelo engenheiro responsável.
Depende da disponibilidade de rede no endereço e do consumo previsto. Onde há rede da concessionária — a Comgás, na região de Campinas — o gás natural dispensa central e reposição de cilindros. Onde não há, a Central GLP resolve, dimensionada conforme a NBR 13523 e o consumo dos aparelhos. Avaliamos as duas opções na visita.
Sim, atendemos Valinhos, Campinas, Vinhedo, Indaiatuba, Hortolândia, Sumaré, Paulínia, Americana, Jundiaí, Piracicaba e Sorocaba.